Hoje vou passar a minha tarde embrulhada nesta brilhante série. Que saudades!
24.2.09
23.2.09
Nem Tudo é Simples...
Às vezes fazes-me exigências às quais eu não sei responder, às quais eu não me sinto capaz... Às vezes sinto que me queres mudar em pequenos detalhes que para ti fazem toda a diferença. Ficamos em silêncio e sinto uma confusão no meu olhar. Não sei se algum dia vou corresponder às expectativas que tinhas em relação a mim e ao amor que eu te podia dar, não sei se algum dia vais parar de te desiludir comigo e de sentir que podiamos ser muito mais. Uma das razões de não responder às tuas exigências é por gostar demasiado de nós assim, desta maneira que ambos tão bem conhecemos e admiramos tantas vezes, no fim de uma brincadeira de pura gargalhada. Nunca nada com ninguém foi assim, como contigo. Ensinas-me a amar a cada dia, a dar mais de mim por nós, a lutar por algo que construimos e me leva a ser feliz a cada segundo do meu dia, faça chuva ou faça sol. Trago-te comigo para a vida, marcaste-me para sempre e mesmo que não estejas presente, agarro-te pela mão e faço-te sentir vivo. Quero ser capaz de ser quem sou, de continuar a amar-te e ainda assim ser quem tu queres que eu seja. Esses detalhes que me pedes todos os dias são os mais importantes, eu percebo... Mas espera, preciso de tempo para os assimilar e conseguir captar. Hoje quero ser sol, doce e Verão contigo... Amanhã logo se vê.
post-it:
heart
22.2.09
16.2.09
O Amor
Ele: Gosto tanto de ti.
Eu: Porquê?
Ele: Porque tu és como o sol.
Eu: Como assim?
Ele: Tu enches-me de calor, um calor bom que vai até às pontas dos dedos. Um calor que me conforta a alma e me tranquiliza... É uma sensação tão boa. Cheiras a verão. És um sol doce. É isso, tu és sol, doce e verão.
Eu: Porquê?
Ele: Porque tu és como o sol.
Eu: Como assim?
Ele: Tu enches-me de calor, um calor bom que vai até às pontas dos dedos. Um calor que me conforta a alma e me tranquiliza... É uma sensação tão boa. Cheiras a verão. És um sol doce. É isso, tu és sol, doce e verão.
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heart
15.2.09
Bom Senso Precisa-se
Estou sem internet em Aveiro, daí a minha falta de actualização do blog. Porém, a vontade de escrever nele aumenta a cada dia que passa.
Têm-me acontecido episódios "engraçados" na minha vida, especialmente estes últimos dias e é essa a razão do título deste post. Como sabem, estudo em Aveiro, estou a viver numa casa com mais três raparigas, duas delas rondam os vinte e três anos e uma outra ronda os trinta e três anos. É desta última que vos vou falar. Licenciou-se, também em Aveiro, em Química Alimentar, tem a tese de mestrado por entregar há oito anos e ainda só conseguiu empregos que não na área dela, e com isto, é claro que não é uma pessoa feliz. Onde eu entro nesta história? A partir do momento em que ela perde a noção da boa educação e da forma de estar que é precisa ter quando se partilha um apartamento. Sempre a apoiei quando ela entrava pela porta de casa com um cara de tristeza profunda e me contava mais uma das suas aventuras no seu actual local de trabalho que ela tanto odeia. E com razão. Aqui entre nós, eles conseguem roçar o ridículo de tanta coisa que lhe fazem por ela ser nova lá. Mas adiante, como vos estava a dizer sempre a ouvi, sempre tentei que ela ultrapasse algumas das coisas que lhe diziam que tanto a magoavam, enfim, posso dizer que, em poucos meses, as três (uma das raparigas nunca lá está, por isso somos sempre só três), criámos laços, conversamos sobre o nosso dia, contamos episódios umas às outras, partilhamos pedaços de vida que se enquadram na conversa do momento... Temos/tínhamos, uma boa relação, para mim, a relação ideal de pessoas que não se conhecem, nunca se viram, e convivem na partilha de uma casa. O que começa a acontecer, é que essa rapariga, talvez com o passar do tempo e com a acumulação de tanta coisa que lhe tem acontecido, não vê que as pessoas naquela casa, à qual ela chega todos os dias, não têm culpa nenhuma do que lhe acontece durante o dia. Ainda mais eu, que sempre a ouvi, incasavelmente. Esta semana, ela fez questão de me ir bater à porta durante o banho, dizer que não podia esperar mais por mim porque tinha de ir para o trabalho. Até aí tudo bem, consigo perceber. Até porque eu antes de ir para o banho fiz questão de verificar que ela estava na cozinha já a tomar o pequeno almoço e daí eu pensar que ela já tinha tomado banho e que ia sair para o trabalho em breves minutos. Mas não. O cúmulo da história vem quando, na quinta feira, ela telefona à mãe e faz as chamadas "queixinhas" de mim. Eu tinha chegado perto das 17:30h a casa, pus a minha roupa a lavar, até aqui tudo normal. Não vejo nenhum mal nisso. Ela chegou perto das 18:30h, já a máquina estava a centrifugar, fez questão de se dirigir ao quarto, ligar à mãe dela (sim, ela tem mesmo trinta e três anos) e começar a berrar (sem exagero nenhum) ao telefone com ela, porque eu tinha posto a máquina a lavar e ela não podia ir tomar banho. Simmmmmmm, foi exactamente isto que aconteceu:
- "MAS QUE M#RDA! Chega uma pessoa cansada do trabalho e nem um c*ralh# de um banho pode tomar. Mas porque é que não põe a roupa a lavar quando não está cá ninguém? TOU FARTA DISTO, JÁ NEM A UM BANHO DESCANSADA TENHO DIREITO..." bla bla bla.
E este discurso com as asneiras que vocês podem calcular, com o nível de voz que até a parede do meu quarto estremeceu. E agora, deixo-lhe eu aqui a minha resposta, porque sou minimamente educada e não consigo responder-lhe no mesmo nível que ela.
Primeiro, minha cara amiga, podias ter vindo falar comigo e eu tinha desligado a máquina, uma coisa que eu até considero descabida, uma vez que a máquina parou logo a seguir ao teu discurso telefónico pois como já devias ter reparado ela já estava a centrifugar. Segundo, não te admito que descarregues em cima de mim a tua fúria, não tenho culpa se o dia te correu mal, se já não fazes sexo desde a idade da pedra por já ninguém conseguir aturar com as tuas trombas diárias. Terceiro, não tenho de fazer a minha vida, consoante os teus horários. Sou livre de pôr a roupa a lavar à hora que eu quero, no dia em que bem me apetecer. Ou será que ainda estou a casa da minha mãe e não reparei?
Quarto, podias ter tomado banho com a máquina da roupa a lavar. Ja o fiz milhentas vezes e nunca tive problema de espécie alguma.
Será escusado dizer, que no dia a seguir a esta novela totalmente mexicana, ela fez tudo para se demorar ainda mais no banho, não tomando sequer o pequeno-almoço, claro está, por falta de tempo. Obrigada minha querida, por teres ocupado a casa de banho até às 8:15h quando eu tinha de sair às 8:30h.
Bom senso, precisa-se, definitivamente!
Têm-me acontecido episódios "engraçados" na minha vida, especialmente estes últimos dias e é essa a razão do título deste post. Como sabem, estudo em Aveiro, estou a viver numa casa com mais três raparigas, duas delas rondam os vinte e três anos e uma outra ronda os trinta e três anos. É desta última que vos vou falar. Licenciou-se, também em Aveiro, em Química Alimentar, tem a tese de mestrado por entregar há oito anos e ainda só conseguiu empregos que não na área dela, e com isto, é claro que não é uma pessoa feliz. Onde eu entro nesta história? A partir do momento em que ela perde a noção da boa educação e da forma de estar que é precisa ter quando se partilha um apartamento. Sempre a apoiei quando ela entrava pela porta de casa com um cara de tristeza profunda e me contava mais uma das suas aventuras no seu actual local de trabalho que ela tanto odeia. E com razão. Aqui entre nós, eles conseguem roçar o ridículo de tanta coisa que lhe fazem por ela ser nova lá. Mas adiante, como vos estava a dizer sempre a ouvi, sempre tentei que ela ultrapasse algumas das coisas que lhe diziam que tanto a magoavam, enfim, posso dizer que, em poucos meses, as três (uma das raparigas nunca lá está, por isso somos sempre só três), criámos laços, conversamos sobre o nosso dia, contamos episódios umas às outras, partilhamos pedaços de vida que se enquadram na conversa do momento... Temos/tínhamos, uma boa relação, para mim, a relação ideal de pessoas que não se conhecem, nunca se viram, e convivem na partilha de uma casa. O que começa a acontecer, é que essa rapariga, talvez com o passar do tempo e com a acumulação de tanta coisa que lhe tem acontecido, não vê que as pessoas naquela casa, à qual ela chega todos os dias, não têm culpa nenhuma do que lhe acontece durante o dia. Ainda mais eu, que sempre a ouvi, incasavelmente. Esta semana, ela fez questão de me ir bater à porta durante o banho, dizer que não podia esperar mais por mim porque tinha de ir para o trabalho. Até aí tudo bem, consigo perceber. Até porque eu antes de ir para o banho fiz questão de verificar que ela estava na cozinha já a tomar o pequeno almoço e daí eu pensar que ela já tinha tomado banho e que ia sair para o trabalho em breves minutos. Mas não. O cúmulo da história vem quando, na quinta feira, ela telefona à mãe e faz as chamadas "queixinhas" de mim. Eu tinha chegado perto das 17:30h a casa, pus a minha roupa a lavar, até aqui tudo normal. Não vejo nenhum mal nisso. Ela chegou perto das 18:30h, já a máquina estava a centrifugar, fez questão de se dirigir ao quarto, ligar à mãe dela (sim, ela tem mesmo trinta e três anos) e começar a berrar (sem exagero nenhum) ao telefone com ela, porque eu tinha posto a máquina a lavar e ela não podia ir tomar banho. Simmmmmmm, foi exactamente isto que aconteceu:
- "MAS QUE M#RDA! Chega uma pessoa cansada do trabalho e nem um c*ralh# de um banho pode tomar. Mas porque é que não põe a roupa a lavar quando não está cá ninguém? TOU FARTA DISTO, JÁ NEM A UM BANHO DESCANSADA TENHO DIREITO..." bla bla bla.
E este discurso com as asneiras que vocês podem calcular, com o nível de voz que até a parede do meu quarto estremeceu. E agora, deixo-lhe eu aqui a minha resposta, porque sou minimamente educada e não consigo responder-lhe no mesmo nível que ela.
Primeiro, minha cara amiga, podias ter vindo falar comigo e eu tinha desligado a máquina, uma coisa que eu até considero descabida, uma vez que a máquina parou logo a seguir ao teu discurso telefónico pois como já devias ter reparado ela já estava a centrifugar. Segundo, não te admito que descarregues em cima de mim a tua fúria, não tenho culpa se o dia te correu mal, se já não fazes sexo desde a idade da pedra por já ninguém conseguir aturar com as tuas trombas diárias. Terceiro, não tenho de fazer a minha vida, consoante os teus horários. Sou livre de pôr a roupa a lavar à hora que eu quero, no dia em que bem me apetecer. Ou será que ainda estou a casa da minha mãe e não reparei?
Quarto, podias ter tomado banho com a máquina da roupa a lavar. Ja o fiz milhentas vezes e nunca tive problema de espécie alguma.
Será escusado dizer, que no dia a seguir a esta novela totalmente mexicana, ela fez tudo para se demorar ainda mais no banho, não tomando sequer o pequeno-almoço, claro está, por falta de tempo. Obrigada minha querida, por teres ocupado a casa de banho até às 8:15h quando eu tinha de sair às 8:30h.
Bom senso, precisa-se, definitivamente!
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6.2.09
Finalmente...
... vou ter contigo. Tenho muitas saudades.Vou tomar um duche quente para reconfortar a alma, encher-me de força, entrar naquele autocarro lata de sardinha, com um cheiro nauseabundo a suor e esperar três horas até chegar ao meu destino, a casa. E nem que seja mentalmente, vou dizer-vos, a todos, o quanto gosto de vocês e agradecer-vos por estarem sempre, ansiosamente, à minha espera, todas as sextas feiras, ao final da tarde.
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