Daqui.
21.3.09
19.3.09
Hoje sinto-me assim
Só queria sentir-te meu, só queria que me fizesses sentir especial, só queria que os nossos mundos se voltassem a juntar formando apenas um, como há muito não acontece. Gostava que me ouvisses, que me percebesses mas por muito difícil que fosse, já ficava tão satisfeita só por saber que tinhas tentado. Gostava de voltar a receber palavras que confortam a alma, que fazem querer mais, que fazem deixar uma lágrima no canto do olho pela felicidade de estar contigo. Quero tanto e nada, ao mesmo tempo. Eu não quero pedir-te o mundo, apenas quero pedir-te de volta.
Ando por aqui sem saber que atitude tomar, que posição ter perante uma coisa que me aflige e com a qual não sei lidar. Precisamos um do outro, quero que me ensines e tu queres o meu apoio. Um apoio contraditório porque em vez de aproximares, afastas e eu volto a não saber o que fazer. Não é indecisão, é ter vários caminhos pela minha frente e não saber qual deles seguir... Preciso de uma orientação, estou de facto perdida.
Olho-te e entristeço com a ironia que os teus olhos falam, com o ar de gozo que transmites. É esta a forma que tu tens de me atacar e tu sabes que o consegues. Afinal, quem me conhece melhor do que tu? Mais do que qualquer palavra que possas dizer, consegues magoar-me mais com a frieza que insistes em manter a cada frase, a cada gesto, a cada olhar, enfim, em cada atitude. Ultimamente, estou e não estou. Não me sinto presente porque estou entre dois mundos que me fazem cair de cada vez que algo lhes acontece, estou entre pilares fundamentais da minha vida sem os quais não me sustento se eles caírem. Estou que nem bola de ping-pong confusa e desorientada entre dois lados tão distintos... E eu só queria que tu me percebesses, ouvisses e te conseguisses colocar na minha pele por uns minutos e me ensinasses a lidar com coisas das quais eu tento fugir. Eu não sei o que te hei-de dizer mais, já gastei as palavras em frases que ficaram no ar, que nem foste capaz de assimilar ou pelo menos ouvir. Caímos na imprevisibilidade, já não sei como é a vida do teu lado se cada vez que me olhas és diferente.
Se já não me amares, se já nao me quiseres, deixa-me apenas, não te preocupes, as coisas terminam mas prefiro viver em boas e calorosas memórias do que numa realidade que odeio.
Ando por aqui sem saber que atitude tomar, que posição ter perante uma coisa que me aflige e com a qual não sei lidar. Precisamos um do outro, quero que me ensines e tu queres o meu apoio. Um apoio contraditório porque em vez de aproximares, afastas e eu volto a não saber o que fazer. Não é indecisão, é ter vários caminhos pela minha frente e não saber qual deles seguir... Preciso de uma orientação, estou de facto perdida.
Olho-te e entristeço com a ironia que os teus olhos falam, com o ar de gozo que transmites. É esta a forma que tu tens de me atacar e tu sabes que o consegues. Afinal, quem me conhece melhor do que tu? Mais do que qualquer palavra que possas dizer, consegues magoar-me mais com a frieza que insistes em manter a cada frase, a cada gesto, a cada olhar, enfim, em cada atitude. Ultimamente, estou e não estou. Não me sinto presente porque estou entre dois mundos que me fazem cair de cada vez que algo lhes acontece, estou entre pilares fundamentais da minha vida sem os quais não me sustento se eles caírem. Estou que nem bola de ping-pong confusa e desorientada entre dois lados tão distintos... E eu só queria que tu me percebesses, ouvisses e te conseguisses colocar na minha pele por uns minutos e me ensinasses a lidar com coisas das quais eu tento fugir. Eu não sei o que te hei-de dizer mais, já gastei as palavras em frases que ficaram no ar, que nem foste capaz de assimilar ou pelo menos ouvir. Caímos na imprevisibilidade, já não sei como é a vida do teu lado se cada vez que me olhas és diferente.
Se já não me amares, se já nao me quiseres, deixa-me apenas, não te preocupes, as coisas terminam mas prefiro viver em boas e calorosas memórias do que numa realidade que odeio.
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a divagar
18.3.09
Só sei que...
... hoje uma professora a falar da falta de respeito que era abrir a boca nas aulas e eu a fazê-lo logo a seguir, inconscientemente.
"E a mãozinha à frente, não? Vê?!"
A sorte é que a coisa deu em risada.
Mood: Muito triste, muito cansada, só me apetece mandar tudo à m#rda. Mais directa que isto impossível. Fod$-s#.
"E a mãozinha à frente, não? Vê?!"
A sorte é que a coisa deu em risada.
Mood: Muito triste, muito cansada, só me apetece mandar tudo à m#rda. Mais directa que isto impossível. Fod$-s#.
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momentos
16.3.09
Como o prometido é devido...
... aqui ficam algumas fotografias da experência lomográfica, ontem, no Porto.









E especial destaque para a malta da pesada (falta um mas eu depois compenso!):

Fotos: Porto. Processo Cruzado. Colorsplash.
E especial destaque para a malta da pesada (falta um mas eu depois compenso!):
Fotos: Porto. Processo Cruzado. Colorsplash.
post-it:
momentos
15.3.09
12.3.09
11.3.09
Private Joke II
Como mudaste para uma aliança mais forte, és o último da lista. Como estavamos a conversar sobre fotografia e rolos, eu ganhei. Agora envias-me um convite para jogar draga-minas porque sabes que me ganhas! Eu topo-te! Não consegues perder em nada! Tu és rato.
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people
Dá que pensar...
"(...) não precisariamos de psicólogos se tivessemos bons amigos."
Pela minha professora de Comunicação, hoje.
Pela minha professora de Comunicação, hoje.
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a divagar
9.3.09
Hoje aprendi...
...a não guardar rancor e ajudar as pessoas mesmo que algum dia elas tenham sido desagradaveis para nós. Estou realmente surpreendida comigo e sinto-me extraordinariamente bem. Lembram-se deste assunto? Nos dias seguintes mal lhe dirigia a palavra, queria era passar despercebida, sem ela dar por mim para não lhe ter de falar naquela situação que tanto me tinha incomodado. Pois bem, o tempo foi passando, passando e acho (não querendo estar a ser convencida) que ela já tinha algumas saudades de chegar do trabalho e desabafar comigo. Havia realmente muita coisa que ela não me contava devido ao tempo que estivemos sem quase nos vermos. Hoje pusémos a conversa em dia. Ela esteve a desabafar comigo e, como em todos os dias antes daquilo acontecer, penso que ela ficou melhor. E, afinal de contas, eu também, porque senti que a tinha ajudado. Nestes dias que mal falava com ela, senti-a muito triste... Cheguei mesmo a pensar que ela estaria com uma depressão, ou à beira dela. Houve uma noite que até a ouvi a chorar no quarto ao lado do meu... E isso apertou-me o coração, por estar ali e não poder fazer nada. Hoje consegui perceber e viver a experiência que ao sabermos ouvir já estamos a dar uma grande ajuda a alguém que precisa de falar e de dizer as coisas que estão entaladas. Como sempre, ela falou do trabalho dela e do quão infeliz é lá. Mas e daí? Ouvi-a, aconselhei-a, senti que ela ficou animada e eu? Eu fiquei realmente contente por a ter ajudado, por a ter ouvido e por ter sido alguém com quem ela pôde partilhar o seu sofrimento e a sua angústia. Foi um dois em um que não me custou nada. Às vezes temos de aprender a esquecer e seguir em frente, este foi o caso.
post-it:
pedaços
"Tac, tac! Momento de dança e de pura diversão!"
Eu e o I. implementámos uma coisa nova na nossa relação. Não é nada de estranho... É apenas um exercício que serve um pouco como terapia. O que se passa é o seguinte: tal como todos os casais nós temos dias menos bons, em que estamos muito tensos, nervosos e por vezes, descarregamos um no outro. Como tal, para combater esse tipo de situações, cada um tem a liberdade de quando quiser e bem lhe apetecer, bater duas vezes palmas daí o "tac, tac" e dizer em alto e bom som: "Momento de dança e de pura diversão!" (às vezes com uma pronúncia espanhola, outras vezes serrana, mas adiante...). Temos, obrigatoriamente, de começar os dois a dançar, a rir, a cantar, a fazer figuras de parvos, enfim! Mas é tão giro! Estou realmente orgulhosa desta minha invenção que me proporciona assistir aos momentos mais impensáveis vindos do I.! Para acabar esta brincadeira/momento de loucura, voltamos a bater novamente duas vezes as palmas - "Tac, tac" e voltamos ao normal que é, quase sempre, gozar e rir um do outro e do que acabou ali de se passar! Até a sambar já o vi... Isto é mesmo maravilhoso!
Vá agora chamem-nos parvos...
Vá agora chamem-nos parvos...
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heart
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