10.12.09

London 2009


E foi muiiiiiiiiiiiiiiiiiiito bom.

26.11.09

Love, love, love

McCallister: There’s just one problem. I like you.
Kitty: Oh, great. You like me. What does that mean? We get to hold hands at Cindy Burke’s roller rink party?




brothers & sisters

21.11.09

Battle Studies


Muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito bom. John Mayer, ai, ai! :b

18.11.09

Da nostalgia, do que ficou para trás

Sou uma pessoa de reflexões, gosto de pensar no porquê das coisas, gosto principalmente de pensar em motivos, nas origens, gosto de levar a imaginação mais além, gosto de pensar no futuro das coisas, das situações, gosto de pensar no presente, no passado, de pensar nos «e se...», de modificar ainda que mentalmente, de planear, enfim... Gostava de ser mais e melhor. Tenho saudades daquela altura da vida em que achamos que podemos ter o mundo aos nossos pés e que podemos ser quem queremos, quem desejamos, que podemos fazer o que gostamos... Havia um tempo em que só pensávamos na vida ideal, sem averiguar os contras, porque sabíamos que nada de mal nos ia acontecer... Tenho saudades de ter segurança em relação a quem sou. Quantos mais os dias avançam, deambulo no tempo, na indecisão, na confusão do que sou e do que quero, realmente, ser. «E agora?», «O que fazer?», «O que queres de ti e da tua vida?», «Quem queres ser?» são perguntas para as quais não tenho resposta e quanto mais os dias passam, menos sei, menos certezas possuo. Tenho saudades (meu Deus, isto é uma expressão que repito vezes demais na minha vida) da altura em que achava que ia escrever o livro da minha vida, que ia adquirir grandes níveis de conhecimento nas áreas de que gosto, havia a altura em que a ambição corria-me nas veias. Mas agora, o tempo passa, as coisas correm, os dias contam-se e o tempo, o tempo foge... Acabo por não ser nem metade do que gostaria de ser. Acabo por me comportar como que num modo automático, no fundo como todos os seres humanos fazem, dentro de uma rotina onde tudo acaba por ser monótono. Quero voltar a ter o sonho do meu lado e quero alimentá-lo dentro de mim. Posso até, por vezes, raras vezes, perder-me no meu imaginário, do que gostava de fazer, tantas vezes nas aulas de Edição, transporto-me no monólogo da professora e imagino-me, revejo-me e crio um mundo temporário onde gostava de estar. «Caramba, eu quero muito isto». Quando é que nos distinguimos uns dos outros? Quando é que alguém vai dar, dentro de um certo silêncio e pacatez, por alguém? Sei que tenho de batalhar, mas e quando não nos sentimos aptos a tal? Enfim, muitos pensamentos dispersos...
(I., um dia vou escrever o livro da minha vida. Obrigada. :D)

17.11.09

Welcome to real life

Já dou sinais de quem está nos 20: apaguei o hi5.

You know what i'm talking about

Lição do dia: o melhor de discutir é fazer as «pazes».

11.11.09

Do esforço que se faz

Gosto do esforço que fazemos para poder viajar. Gosto, apesar de todas as dificuldades. Somos daqueles que preferimos abdicar de certas coisas materiais para podermos ter algumas poupanças e investir numa viagem ainda que low-cost. Somos daquelas pessoas que deixa alguns bens de lado, para podermos atingir os nossos objectivos. Objectivos que não são fúteis, que não são materiais. Hei-de ser sempre daquele tipo de pessoas que não gosta de gastar dinheiro em roupa (e não, não ando aí aos farrapos com roupas a cair de velhas, nada disso) apenas me custa, não é uma prioridade para mim. Só compro quando preciso, quando tenho necessidade. Hei-de sempre gostar mais de gastar o meu dinheiro em livros, em rolos, em máquinas fotográficas, em agendas, em jornais, em viagens, em museus, em momentos. Não sou daquele tipo de pessoas que vive de bens materiais e adoro não o ser. Sou muito mais feliz a tirar uma fotografia do que a comprar uma peça de roupa. Sou muito mais feliz a comprar rolos do que sapatos. E adoro. Neste momento estamos numa maratona para podermos ir a Londres. Somos jovens, gostamos de fazer de tudo tal como os outros, mas preferimos delimitar regras agora, connosco próprios, para podermos fazer o que realmente nos dá prazer. Conhecer uma nova cidade, infiltrar-nos nessa cultura, percorrer ruas, observar pessoas, comportamentos, respirar a partir de novas perspectivas. E essa é uma das coisas que tenho aprendido. Nada é impossível, precisamos apenas de querer e de nos esforçar-nos. E em Dezembro, Londres, aqui vamos nós. E algo mais se vai seguir depois disto, não apenas por ser um sonho comum, gostarmos de viajar, mas sim porque temos força de vontade para o conseguir. Orgulho-me de poder dizer que já fiz coisas que muitas pessoas da minha idade não fizeram, orgulho-me de poder falar de certos assuntos que outras pessoas desconhecem, orgulho-me daquilo que tenho aprendido. E não me quero sobrepôr a ninguém, nada disso. Apenas porque me sinto muito deslocada na sociedade de hoje em dia, sinto-me desenquadrada de todos os outros jovens. Continuo a ter sonhos e continuo a não cair em certos níveis de consumismo e materialismos exagerados, fora de qualquer gestão possível.

10.11.09

No sense, dude

Preciso de espaço. Quero estar sozinha, quero estar contigo, quero poder fazer coisas contigo, quero poder fazer o que eu gosto, quero poder ser o que eu quero, quero poder escrever tudo que me apetecer. É assim tão difícil entender? Não quero estar limitada nem sentir-me a mais num sítio onde eu pertenço. Caramba, como é complicada a vida sem comunicação. Uiiii tanto pra desabafar... Quero o meu espaço de volta, queroooooooo...

I, obrigada por me entenderes e fazer com que eu não me sentisse a pior pessoa do mundo (ahaha :b).

Brothers and Sisters

Adoro «descobrir» séries que me deixam rendida.

9.11.09

Moleskine

daqui
Nunca mais chega 2010 para eu usar a minha moleskine nova. O cheiro das páginas, que vontade de escrever. Um objecto mítico.